Carta 1245 publicada a 4 agosto 2025

OS JOVENS GOSTAM DA MISSA TRADICIONAL

202ª SEMANA: OS SENTINELAS CONTINUAM AS SUAS ORAÇÕES
PELA DEFESA DA MISSA TRADICIONAL
DIANTE DA ARQUIDIOCESE DE PARIS

O fenómeno é evidente (excepto para bispos!): em proporção, os fiéis que frequentam as Missas Tridentinas são surpreendentemente jovens: casais jovens, muitas crianças.

O mesmo vale para os Estados Unidos. Mas, como esse é o país das sondagens, o fenómeno foi medido: em 2023, Stephen Cranney, sociólogo da Universidade Católica Americana, e Stephen Bullivant, sociólogo da religião, realizaram uma sondagem minuciosa e descobriram que metade dos católicos praticantes gostaria de poder assistir à Missa em latim. Ora, isto não surpreenderá minimamente quantos estejam familiarizados com as sondagens realixadas pela Paix Liturgique.

E, de acordo com Cranney e Bullivant, 44% dos católicos que frequentam o rito antigo pelo menos uma vez por mês têm menos de 45 anos, em comparação com apenas 20% dos paroquianos ordinários.

Em algumas igrejas parisienses, pode dizer-se que as missas dominicais das 9h30 e das 20h00 estão na moda entre os jovens e adolescentes.

Durante o Verão, continuamos a rezar o terço em frente à sede da arquidiocese, na Rue du Cloître-Notre-Dame, 10.

Ecos das vigílias: Duas senhoras que acabaram de sair da casa diocesana em frente à qual estamos a rezar metem conversa connosco: "Não percebemos bem o que se está a passar porque o sacerdote com quem acabámos de falar nos disse que as celebrações 'à moda antiga' não estão proibidas em Paris, enquanto vós pareceis dizer o contrário." "Rezamos pelo restabelecimento das missas paroquiais, que foram canceladas em 2021 com a promulgação de Traditionis Custodes, porque o Bispo Aupetit cancelou as missas em duas paróquias e, vale a pena sublinhar, nos bairros mais populares e internacionais de Paris." "Mas não foram eliminadas em todo o lado?" "Não, não nos bairros elegantes, onde as reações poderiam ter sido mais fortes." "Mas por que razão estão a rezar?" "Para pedir o restabelecimento das nossas missas – eu, por exemplo, sou paroquiano de Notre-Dame du Travail, onde a nossa missa foi eliminada – e para pedir justiça, mas também para impedir que a diocese continue a sua perseguição à liturgia tradicional."