Carta 1252 publicada a 18 agosto 2025
EM VALENCE, DETROIT E PARIS,
MANIFESTAÇÕES PARA SALVAR
LA MISSA TRADICIONAL
204ª SEMANA:
OS SENTINELAS CONTINUAM AS SUAS ORAÇÕES
PELA DEFESA DA MISSA TRADICIONAL
DIANTE DA ARQUIDIOCESE DE PARIS
Caros amigos, caros sentinelas parisienses, não estais sozinhos na luta pela Missa Tradicional.
Depois de Besançon, Grenoble e Quimper, é agora em Valence que os católicos se manifestam contra a vontade de limitar a celebração da Missa Tradicional e de eliminar os serviços pastorais que a acompanham. A Fraternidade de São Pedro, presente nesta cidade há quase vinte anos, foi abruptamente afastada pelo Bispo François Durand, um choque para os fiéis da Igreja de Notre-Dame, ligados à Missa Tradicional. Manifestações, cartas, petições... A 1 de Julho, o jornal Le Dauphiné Libéré deu notícia de uma "ocupação": os fiéis revezaram-se em jejuns para protestar em frente à Igreja de Notre-Dame, onde se celebra a Missa Tridentina aos domingos às 11h00 e várias vezes durante a semana.
De facto, seria necessário compilar uma lista destes locais de protesto em todo o mundo. O Arcebispo de Detroit, Michigan, Monsenhor Edward Weisenburger, anunciou no dia 13 de Junho que a partir de 1 de julho, limitaria a celebração da Missa "no rito latino" (a “missa latina”, como é chamada nos Estados Unidos) a apenas quatro locais designados. Como resultado, as manifestações "Salvem a Missa Latina" começaram no sábado, 28 de Junho, em frente à catedral.
Em Paris, durante o Verão, continuamos a rezar o terço em frente à sede da arquidiocese, na rue du Cloître-Notre-Dame, 10, de segunda a sexta-feira, das 13h00 às 13h30, na igreja Saint-Georges de La Villette, na avenue Simon Bolivar, 114, às quartas e sextas-feiras, às 17h00, e aos domingos, às 18h15.
Ecos das Vigílias: Uma senhora com véu chama-nos em inglês: "Porque estão aqui?" "A Senhora é cristã?" "Não, sou muçulmana, mas gostava de saber do que se trata." "Bem, nós somos católicos e queremos continuar a rezar da mesma maneira que os nossos antepassados o faziam, e hoje isso não nos é permitido; é por isso que vimos todos os dias rezar diante do Arcebispo de Paris." "Percebo. Nós rezamos como o Profeta nos ensinou e na mesma língua", disse-nos enquanto se despedia de nós com um sorriso.



